CURRÍCULOS DE INGLÊS TRADICIONAIS FRACASSADOS.

Novas tendências globais de inglês estão forçando países, escolas e famílias a darem uma nova olhada no modo como se ensina inglês a crianças. Por outro lado isso está focando a atenção nas falhas de currículos e métodos convencionais usados para ensinar inglês hoje.


Desconexão fundamental em currículos convencionais de inglês

Os programas de inglês convencionais não têm sucesso ao construir habilidades de comunicação eficazes nas mentes jovens por serem projetados para adultos, não para crianças. Estes programas têm raízes em instrução de inglês como segunda língua (ESL), a qual, como parte de um movimento para estabelecer o inglês como o idioma comercial do mundo, focava em ensinar inglês para adultos de negócios.


Os problemas resultantes desta desconexão fundamental são:

  1. Brecha Professor - Alunos

    Para começar, currículos de inglês convencionais, que enfatizem estruturas gramaticais e argumentação lógica, falham ao reter o interesse de crianças jovens, que podem não ter conhecimentos suficientes para entender estes conceitos. Além do mais, estes programas não constroem progressivamente suas lições com o decorrer do tempo e não nivelam um processo natural da criança para adquirir uma novo idioma.

  2. Estrutura baseada em gramática.

    Currículos tradicionais de inglês ensinam gramática complexa a crianças jovens. A realidade é que crianças aprendem um novo idioma, como sua língua nativa por ouvido, tornando-se familiarizada com ela, e então aprendem os sons necessários para completar uma tarefa pedida. Em outras palavras, elas não aprendem um idioma memorizando palavras e sentenças amarradas a uma estrutura sistemática.

  3. Programas dirigidos a vocabulário.

    Currículos de inglês convencionais são dirigidos a vocabulário, baseados em uma falsa percepção de que volume significa proficiência. Entretanto, um aluno pode aprender milhares de palavras em inglês e ainda assim ser incapaz de expressar verbalmente um pensamento completo. O plano de retroceder das escolas é memorizar e recitar – o que, novamente, nada faz para a habilidade do aluno de se comunicar em inglês.

  4. Método de entrega ouvir/falar.

    Currículos de inglês convencionais usam o método de entrega ouvir/falar, com o professor falando alguma coisa e a criança repetindo. Crianças, entretanto, precisam ouvir expressões várias e várias vezes em uma variedade de situações antes que possam reproduzi-las.

  5. Fônica baseada em habilidades de alfabetização em inglês.

    Currículos convencionais de inglês pegaram programas de fônica usados em jardins de infância americanos. Mas o sistema de fônicas ensinado nos EUA não funciona para falantes não nativos: requer habilidades de alfabetização em inglês que as crianças ainda não desenvolveram.

  6. Presteza insuficiente de leitura e escrita.

    Currículos convencionais de inglês ensinam leitura bem antes de os alunos terem desenvolvido habilidade suficiente para se comunicar em inglês, um vocabulário suficiente, ou até mesmo a compreensão necessária. Como as crianças não sabem como usar o idioma, a leitura vira recitação (falar de memória), e a leitura é feita na maioria das vezes a partir de ditados, ao invés de iniciada pelo aluno.

  7. Tempo de aulas insuficiente.

    As crianças precisam de mais ou menos duas horas por dia para se tornarem proficientes em um idioma - pegar exposição suficiente, revisar, e praticar para aprender como usar as 166 palavras que fazem parte de mais ou menos 75% do inglês falado. A maioria das escolas e os pais não podem arcar com duas horas de aulas de inglês todo dia.

Conforme os alunos se tornaram progressivamente um grupo mais jovem, os editores responderam simplesmente simplificando a estrutura originalmente com intenção de ensinar adultos. Hoje, muitos programas de inglês proeminentes para crianças são o resultado de várias tais modificações a estes sistemas orientados a adultos.


Para uma olhada nos impulsionadores globais por trás da revisão de métodos de ensino de inglês existentes, certifique-se de ler as tendências de Inglês Global.